Unidades Básicas: INTRODUÇÃO

De introdução, o dr. Neighbour abre o coração e relata um momento de sua vida onde, aos 36 anos de idade, sentiu-se frustrado  com a forma como o cristianismo moderno confinara o povo de Deus numa estrutura física e não tocava o mundo à sua volta. Foi aí onde ele resolveu “aventurar-se” em busca de um modelo estrutural que ajudasse a igreja a tornar-se mais bíblica em sua estrutura para cumprir a missão.

O “igrejismo”, que ele atribui como a maneira atual de fazer igreja, “cega o povo de Deus e o previne de ser o corpo de Cristo”. Ele compara a igreja americana a um aquário que limita o poder transformador do Evanegelho e impede os crentes de enxergarem o que há do lado de fora. Assim como cada ser vivo só consegue mover-se apropriadamente em seu habitat natural, a igreja tem o seu próprio ambiente e precisa se reencontar com ele a fim de manifestar-se como um organismo único que deve sobreviver e vicejar.

Ele define apalavra “ekklesia”, atribuída à igreja, ao seu significado mais básico: “um corpo espiriaul habitado por Cristo – que presta contas a ele – capacitado a revelar a sua presença, poder e propósito”. Aqui “ekklesia” é usada no sentido mais básico e pode ser interpretada por “células” ou “comunidades cristãs de base”

Ele direciona o foco do seu livro afirmando que o seu propósito não é tratar de sistemas de gerenciamento de igreja, mas lidar com os fundamentos e provoca dizendo: “muitos métodos de crescimento de igreja se tornaram moda, endossados por aqueles que querem pôr remendos nos odres velhos da vida da igreja tradicional”.

Ralph Neighbour critica o desenvolvimento das células como ele caractariza de “meras linhas de montagem para fabricar ‘convertidos’ com maior rapidez” e compara essa mentalidade a “cogumelos” que assim como nascem rapidamente, também se vão por não suportar o calor da guerra espiritual.

Para que o Evangelho alcance os perdidos, é necessário que a igreja viva “em comunidades bíblicas e holísticas que articulem e expressem claramente a sua fé”.

É Isso aí!

Marcos Arrais

This entry was posted on segunda-feira, novembro 16th, 2009 at 22:37 and is filed under Resenhas. You can follow any responses to this entry through the RSS 2.0 feed. You can leave a response, or trackback from your own site.

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